Sistema de Medição Peso Potência - SMP²

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 Alterações evolutivas para 2009

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AutorMensagem
Mauricio Bittencourt
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MensagemAssunto: Alterações evolutivas para 2009   Qui Dez 04, 2008 2:35 pm

Caros,

Em cumprimento ao que determina o item 1.3 da regra SMP2, estamos iniciando o período para envio de sugestões para alterações evolutivas a regra.
Toda sugestão, para ser válida, deve ser encaminhada com redação que justifique sua implementação.
As justificativas deverão cumprir obrigatoriamente os seguintes quesitos:

1) Ter comprovação física ou ser comprovado experimentalmente.
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
4) Fácil aferição. (premissa).

As sugestões válidas serão analisadas pela equipe responsável pela análise e respondidas.
Algumas sugestões em análise:

1) Flexibilidade da mastreação;
2) Sustentação das quilhas;
3) Arraste provocado por pintura do casco com tinta envenenada;
4) Efeito aerodinâmico “ponta de asa”;

O período para envio das sugestões se encerra no dia 31 de dezembro.
Em janeiro serão anunciadas as alterações evolutivas aprovadas.

Bons ventos.
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Rodrigossz
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MensagemAssunto: Arraste provocado por pintura do casco com tinta envenenada   Sex Dez 05, 2008 7:33 am

O arraste da tinta envenenada é fator decisivo em cidades como o Rio de Janeiro, onde metade da flotilha mora na água e a outra parte, no seco.

Uns tentam subir o barco perto da regata para tirar limo e craca. Outros passam uma cera e vão competir. O casco lisinho dá grande vantagem, principalmente em ventos médios e fracos.

Rodrigo
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MensagemAssunto: Sugestão de modificação as Regras da SMP2   Seg Dez 15, 2008 2:19 pm

Senhores,

Gostaria de sugerir uma maior penalização em função do comprimento do LOA, afim de que haja uma maior paridade dos resultados. Alem de que haja um estudo para correção de distorções recentemente vistas na SMP2, segue exemplo abaixo.


1) O veleiro WAR teve grande aumento do tamanho do LOA e area vélica e seu rating diminuiu, fica evidente que é um erro que a fórmula possui.

OBS 1: Acredito que este tipo de distorção deve ser sanado antes que haja novas mudanças e pequenos detalhes.

OBS2: Inclusive sugiro que sejam planilhados os resultados do brasileiro fazendo ( numero de pés barcos x tempo de chegada) um curva média, afim de se obter um valor médio ( peso multiplicador) em relação a punição do LOA.

abraço,

Rodrigo Chula
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chulawar
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MensagemAssunto: Sugestão de mudanças   Seg Dez 15, 2008 2:23 pm

1) Acredito que a penalização para runings devia aumentar, pois o ganho de orça com esse artificio é muito grande.
2) Devia haver maior punição para os barcos com maior linha d'agua. ( um peso maior na punição de barcos maiores) afim de que haja um maior equilibrio por exemplo entre o fast e carabelli, hoje a diferença é muito grande.



abraços,

Rodrigo Chula
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Mauricio Bittencourt
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qua Dez 17, 2008 10:31 am

Grato.

A colaboração de todos são importantes e necessárias.

Relembro que a regra está apoiada em fatos físicos e aferidos que influenciam em cerca de 90% do seu resultado.
Fatores subjetivos mas comprovados são dificeis de serem dimensionados. Para estes contamos com a colaboração de experientes iatistas.
O aumento do indice de atrito devido a pintura do casco com tinta envenenada é fato. O dificil é estimar o valor correto.
Quanto aos runnings estes foram tema de muita discussão no passado. Para uma análise mais afinada ouvimos os iatistas da classe Star que utilizam dois pares em um mastro bastante flexivel.
Mas deve-se considerar não apenas este fator como o projeto do casco ( IOR vs IMS ) como exemplo citado: fast230 vs Carabeli32.
Uns podem afirmar que o IOR por projeto tem maior capacidade de orça e outros que o IMS tem vantagem no travéz e popa.
Enfim o quero dizer é que deve-se analisar os fatores pensando não de uma forma isolada, mas em uma ação conjunta.
Nesta analise devemos nos abstair de um determinado fato acontecido na raia, mas abrir o escopo da analise para todas as possibilidades.
Os resultados de regatas são base para análise.
O importante é termos todas as variavéis em mente (mar vs represas, ondas de oceano, ondas menores, flat, etc).
Para exemplificar: em Brasília um quarter-tonner alterou seu projeto aumentando o LOA substancialmente e apesar de manter as caractaristicas IOR alcançou sucesso em suas primeiras regatas superando projetos IMS. No Rio outro projeto IOR de maior LOA compara sua velocidade real a um projeto IMS de menor LOA em algumas regatas.


Abraços.


Última edição por Mauricio Bittencourt em Qua Dez 17, 2008 11:28 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qua Dez 17, 2008 10:55 am

Prezados senhores,

Conforme premissas necessárias para alterações seguem abaixo explicações:

As justificativas deverão cumprir obrigatoriamente os seguintes quesitos:

1) Ter comprovação física ou ser comprovado experimentalmente:
Quanto a comprovação física da maior penalização ( peso) em função do numero de pés, na verdade a comprovação já existe pois existe uma penalização ,a minha sugestão é que se aumente essa penalização em função das disparidades do resultados encontrados. Ex: 1° tempo de um fast x carabelli de regata , poderíamos usar uma planilha( gráfico) de curva media com os resultados durante o ano, 2° Um barco que tem aumentado seu LOA ( numero de pés) e sua área vélica tem que sofrer penalização, já que houve aumento de sua potência, o que não ocorreu com o barco WAR. A premissa básica da formula até onde sei é quanto maior a potência maior sua penalização.

Quanto a uma maior penalização em relação aos barcos com runings, já existe comprovação cientifica, pois já esta na regra, porem quando implantada pelo que eu me lembro na reunião realizada foi informado que o peso era muito pequeno, de forma experimental e acredito que para haver maior precisão deveria se planilhar o resultado de barcos com e sem running, ou algum outro tipo de aferição, pois o ganho deste artifício é muito maior do que o peso incluso na formula atualmente.

2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
A aplicabilidade das duas alterações são muito fáceis, pois so se altera alguns pesos já existentes na formula.

3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
O custo dessas mudanças é zero, pois nem mesmo remedições seriam necessárias.

4) Fácil aferição. (premissa).

Não a necessidade de nova medição.


Abraços,

Chula
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Mauricio Bittencourt
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qua Dez 17, 2008 11:31 am

Olá,

Peço ao Rodrigo que leia a mensagem acima que alterava enquanto ele escrevia.
A alteração buscou dar mais informações para vocês.

Abraços.
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qua Dez 17, 2008 1:37 pm

Poderiamos então separar os tipos de casco, exemplo:

Pegamos os resultados ( tempo) de dois multimar 32 e dois skipper 21, ao final dos resultados durante o ano ou Brasileiro encontramos que a media das diferenças entre esses dois tipos de casco por hora é de 3 min, sendo assim, encontrariamos uma relação( peso) na qual a cada hora de regata o barco de 32 pés teria uma punição de 3 min para um 21 pés, os barcos intermediarios teriam a penalização de equivalente para cada pé acima de 21, por exemplo a diferença de pés é de 11 dividiriamos 3 min por 11 e teriamos a penalização por numero de pés.

No outro caso poderiamos comparar um fast e um delta 26 ou algo assim.

abraços,

chula
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Diogo Rodrigues Pelles
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MensagemAssunto: Evolução da regra   Qua Dez 17, 2008 2:21 pm

Senhores,

Não podemos começar com critérios subjetivos.

A utilização do critério da curva de desempenho é algo absolutamente subjetivo, pois, além de medir o desempenho dos projetos, insere na plotagem da curva, o desempenho das tripulações, o que a regra não tem função de medir, muito menos corrigir.

Quando a utilização dos estais volantes, eu concordo cque um controle da flexão do mastro facilita a variação da orça de um veleiro, mas o único jeito que eu consigo enxergar (aguardo sugestões) é a medição da flexão longitudinal do mastro, pois,, mastros mais flexíveis, permitem uma utilização dos estais volantes, agora, na maioria dos barcos que velejei (que possuem mastreação nacional), a flexão dos mesmos é mínima. Ou seja, os mastros nem se moviam ao se caçar o lower stay (estai volante inferior).

O último comentário é a medição da rugosidade superficial do casco. A avaliação da variação do coeficiente de arrasto é algo com uma ampla bibliografia disponível. Porém, o meu receio é a medição e avaliação desta rugosidade. A mesma deve ser avaliada de forma científica, e não na base do achismo.


Agora, as minhas sugestões são:
1. Medição da estabilidade estática do veleiro;
1.1 Medição dos momentos aero e hidrodinâmicos, e o de retorno, provocado pela quilha e pela tripulação;
1.2 Medição da posição do CG (x,y,z).

2. Evolução do cálculo das eficiências aerodinâmicas e hidrodinâmicas;
2.1 Inserção da influência do gradiente de velocidade provocado pela camada-limite atmosférica;
2.2 Dimensionamento da força de arrasto induzido (efeito de ponta de asa), tanto aerodinâmico, quanto hidrodinâmico.
2.3 Medição da flexão longitudinal da mastreação, e por consequência, na variação da geometria e eneflexamento da armação;
2.4 Medição da dimensão da bolsa da vela grande, e a consequente variação no desempenho aerodinâmico do veleiro.

3. Criação de três ratings, onde os critérios de medição seriam os mesmos, mas os pesos dos fatores varia conforme a realiddade do ambiente em que a regata será disputada. Por exemplo, um exclusivo para competições em água doce e regime de ventos fracos (Brasília), um para litoral e regime de até 8 nós (Angra dos Reis e interior da baia de Todos os Santos), e outro para o litoral e regime acima de 8 nós (Santos, Portoi Alegre, Búzios, Vitória, Ilhabela, Recife, etc.). Esses ratings seriam de uso obrigatório nos determinados locais definidos pela regra. Para regatas de percurso, seria utilizado um rating de uso geral, que pode ser a média aritmética dos três ratings.

4. Inserção de flotilhas. A IRC tem feito isso de forma satisfatóiria na Europa e Oceania. Hoje, dentro da IRC, temos classes e flotilhas anteriormente mortas, tais como quartertonner, halftonner, santacruz, etc. Creio que a smp2 deve seguir pelo mesmo caminho.

Em Brasília, poderíamos fazer um grande evento onde teríamos:

Halftonner (Fugitivo - Fast 310 R, Rock'n Roll - Fast 310 R, Sabrina - Fast 303, etc.),
Quartertonner (Odin, Nau Caleuche, Fishbone, Pianinha, Wendy, Mormaço - Ranger 26, Mootley - ICB, e outro Ranger 26R do CMIC)
Minitonner (Ranger 22, Fast 230, Vega 23, Robin-Hood - Oneoff, Just - Fast 230 Oneoff, etc),
sem contar as flotilhas de velamar 22, delta 26, fast 230, ranger 22, delta 21, skipper 21, e até mesmo de veleiro com LOA semelhante (Ate 21 pés, de 21 à 24, 24 à 27, e de 27 em diante.

A reativação e valorização de veleiros "fora de forma", em relação aos modernos IMS ou sportboats vai trazer novos associados para a smp2, sem contar o apelo de ver veleiros históricos na raia, como as velhas máquinas de regata, como os tonners, e o melhor, correndo uns contra os outros, e todos correndo na geral.

5. Redução de custos de temporada. Com a atual crise, temos que evitar que a smp2 seja esvaziada pelo aumento dos custos. Uma sugestão é limitar o número remedições e de velas medidas por ano/barco e o número de velas embarcadas. Como sugestão, cada barco poderia, ao longo de um ano:

Efetuar 1 medição e 1 remedição (entende-se como remedição qualquer nova medição no casco, mastreação, etc);
Medir 2 velas grande;
Medir 2 balões;
Medir 3 Genoas/Bujas.

Pode-se observar que ainda é um enxoval extenso, e que a maioria dos veleiros no país não possui duas velas grande, por exemplo.

Outra sugestão é que, para determionadas flotilhas ou classes dentro da SMP2 seja proibido a utilização de timoneiros que não sejam o proprietário ou sócio do veleiro, como já é utilizado da Farr 40.


Essa é a minha opinião sobre a regra e a flotilha. Sei que estou levantando alguns temas polêmicos, e espero que tenhamos argumentos contrários e favoráveis aos pontos levantados.

Abraços à todos

Diogo Rodrigues Pelles
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Mauricio Bittencourt
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qua Dez 17, 2008 4:17 pm

Apenas para explicar a afirmação:

Citação :
1) O veleiro WAR teve grande aumento do tamanho do LOA e area vélica e seu rating diminuiu, fica evidente que é um erro que a fórmula possui.

Não há erros na fórmula.
O que aconteceu foi que o barco antes contabilizava vários itens que sofriam penalização.
O proprietário analisou a regra e alterou o projeto do barco tendo o cuidado de retirar algumas penalizações.
Ou seja, apesar do rating final ter ficado parecido com o anterior, o proprietário trocou penalidades por LWL e área vélica de proa.
Resumindo eu diria que o barco foi configurado para ventos fracos e que antes da alteração tinha melhor desempenho em ventos mais fortes.

Abraços.
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qui Dez 18, 2008 1:38 pm

Senhores,

Gostaria de salientar que acho extremamente saudável este tipo de debate, gostaria também de esclarecer que estou apenas fazendo sugestões em função de distorções que existem no meu ponto de vista, não estou criticando a fórmula nem nada. Mas respondendo as observações do colega Diogo, primeiramente gostaria de fazer um convite para que retorne as atividades do mundo náutico correndo regatas e etc.. e também respondendo as suas afirmações acredito que não apresentei nenhum critério subjetivo, segue abaixo explicações:


1) A utilização do critério da curva de desempenho é algo absolutamente subjetivo, pois, além de medir o desempenho dos projetos, insere na plotagem da curva, o desempenho das tripulações, o que a regra não tem função de medir, muito menos corrigir.
R: Quando foi definido o peso da linha d’água na formula que critério objetivo foi usado? Estou apenas tentando aperfeiçoar uma medida já existente, chamar uma curva de desempenho de critério subjetivo é uma ofensa a física e a matemática, alem do mais não estaríamos medindo desempenho da tripulação se tivermos vários barcos de 21 pés por exemplo como parâmetro, não estou sugerindo que se use apenas os resultados de dois barcos ( um 21 pés e um 32 pés) mais sim de um numero maior de barcos para obtermos maior precisão, e me desculpe até onde eu entendo a função da regra medir desempenho de barcos para que todos corram uma mesma regata com igual condição de vitoria, e infelizmente ( não tirando o mérito de ninguém) não temos visto por exemplo um fast 230 perto de ganhar uma regata.


2)Quando a utilização dos estais volantes, eu concordo que um controle da flexão do mastro facilita a variação da orça de um veleiro, mas o único jeito que eu consigo enxergar (aguardo sugestões) é a medição da flexão longitudinal do mastro, pois,, mastros mais flexíveis, permitem uma utilização dos estais volantes, agora, na maioria dos barcos que velejei (que possuem mastreação nacional), a flexão dos mesmos é mínima. Ou seja, os mastros nem se moviam ao se caçar o lower stay (estai volante inferior).

R: Quando foi definida a penalidade para estais volantes na formula que critério objetivo foi usado? Pois é! Mas ela existe porque realmente existe um grande ganho, agora te pergunto um barco com stay volante e outro sem em quanto fica a penalidade por hora? Míseros segundos, será que corresponde a realidade? Acredito que não, até porque vemos em regatas que o ganho de orça é muito grande, agora em relação ao lower , este não vai fazer muita diferença mesmo se não estiver trabalhando em conjunto com os outro stays volantes , alem de trabalhar não seção mais rígida do mastro , sua maior função é corrigir a curvatura do mastro quando o upper estiver caçado não deixando o mastro se curvar demais.


Abraços,

Rodrigo Chula
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qui Dez 18, 2008 2:09 pm

Senhores,


Expondo minha opinião com relação as sugestões do colega:

1. Medição da estabilidade estática do veleiro;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa



1.1 Medição dos momentos aero e hidrodinâmicos, e o de retorno, provocado pela quilha e pela tripulação;
Acho que não atende a premissas: alem do mais a tripulação varia seu peso e não é estática .
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa




1.2 Medição da posição do CG (x,y,z).
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa


2. Evolução do cálculo das eficiências aerodinâmicas e hidrodinâmicas;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa

2.1 Inserção da influência do gradiente de velocidade provocado pela camada-limite atmosférica;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa

2.2 Dimensionamento da força de arrasto induzido (efeito de ponta de asa), tanto aerodinâmico, quanto hidrodinâmico.

Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa


2.3 Medição da flexão longitudinal da mastreação, e por consequência, na variação da geometria e eneflexamento da armação;

Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa

2.4 Medição da dimensão da bolsa da vela grande, e a consequente variação no desempenho aerodinâmico do veleiro.

Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa


3. Criação de três ratings, onde os critérios de medição seriam os mesmos, mas os pesos dos fatores varia conforme a realiddade do ambiente em que a regata será disputada. Por exemplo, um exclusivo para competições em água doce e regime de ventos fracos (Brasília), um para litoral e regime de até 8 nós (Angra dos Reis e interior da baia de Todos os Santos), e outro para o litoral e regime acima de 8 nós (Santos, Portoi Alegre, Búzios, Vitória, Ilhabela, Recife, etc.). Esses ratings seriam de uso obrigatório nos determinados locais definidos pela regra. Para regatas de percurso, seria utilizado um rating de uso geral, que pode ser a média aritmética dos três ratings.

Não concordo pois a o regime de vento não é constante, qual seria a sugestão uma curva media das condições predominantes nesse lugares? Nesses lugares existem épocas sazionais de regime de vento tambem.


4. Inserção de flotilhas. A IRC tem feito isso de forma satisfatóiria na Europa e Oceania. Hoje, dentro da IRC, temos classes e flotilhas anteriormente mortas, tais como quartertonner, halftonner, santacruz, etc. Creio que a smp2 deve seguir pelo mesmo caminho.

Acredito que este seria um grande problema para os clubes, como ocorre com a RGS pois teríamos flotilha com 2 ou apenas um barco, e premiações para muitos barcos como ocorre na RGS-DF. Acredito que o grande mérito da SMP2 é todos os barcos correrem juntos em condição de igualdade e se começarmos a nos dividir seriamos igual aos “outros”, alem do que não temos uma grande quantidade de barcos hoje na raia para tal mudança acontecer.

5. Redução de custos de temporada. Com a atual crise, temos que evitar que a smp2 seja esvaziada pelo aumento dos custos. Uma sugestão é limitar o número remedições e de velas medidas por ano/barco e o número de velas embarcadas. Como sugestão, cada barco poderia, ao longo de um ano:

Sou totalmente contra, as vezes posso não correr por motivos profissionais ou etc.. porem gostaria de ver meu barco na água privilegiando a SMP2.




Abraços à todos

Rodrigo Chula
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qui Dez 18, 2008 2:24 pm

Só para exemplificar a mudança sugerida, acredito em em 2006 o multiplicador da linha d"agua dinâmica era de 0,8, e foi alterada para 0,75, minha sugestão é por exemplo que o multiplicador do LOA sai de 0,5 para 0,7, equilibrando assim a fórmula.

abraços,

Rodrigo chula
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Diogo Rodrigues Pelles
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MensagemAssunto: Atualizações para 2009   Qui Dez 18, 2008 10:27 pm

Rodrigo,

Boa noite.


Agradeço ao convite e, em breve, estarei de volta às raias. Mas quero deixar claro que o fato de eu não estar timonenado um veleiro não quer dizer que me afastei do esporte.

Nos dois últimos estive trabalhando em uma equipe de Stock Car, e, com isso, me faltava tempo para velejar. Porém, consegui, nos últimos meses, colaborar com o Maurício e toda a equipe da AFB no desenvolvimento da atual versão da regra. Também escrevi o meu projeto de graduação em engenharia mecânica, que me permitiu publicar dois artigos científicos, defendidos em congressos nacionais de engenharia mecânica. O tema do projeto e dos artigos foi sobre o desenvolvimento e validação de metodologia para a simulação numérica de escoamentos aero e hidrodinâmicos em embarcações à vela. E desde junho, sou o técnico da equipe de Optimist do CNB.

Eu vou responder à cada um dos seus questionamentos, e espero ajudar no esclarecimento das minhas sugestões:

"1. Medição da estabilidade estática do veleiro;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"

RESPOSTA: Não se pode julgar algo que não se conhece.


"1.1 Medição dos momentos aero e hidrodinâmicos, e o de retorno, provocado pela quilha e pela tripulação;
Acho que não atende a premissas: alem do mais a tripulação varia seu peso e não é estática .
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira

4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"

RESPOSTA: Para se resolver qualquer problema físico, deve-se arbitrar, com bom senso, alguns (ou vários) parâmetros, dependendo da complexidade do problema e da ferramenta disponível. A medição dos momentos aero e hidrodinâmicos vai requerer apenas medidas já feitas na atual medição. Com as dimensões atuais, é possivel, tanto é que é calculado, as forças aerodinâmicas, e calcular as forças hidrodinâmicas. Com as forças calculadas, e as dimensões medidas,pode-se calcular os momentos. Sem custos. Aumentar umas três linhas de comando no excel não tem grande complexidade.


"1.2 Medição da posição do CG (x,y,z).
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira
4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"


RESPOSTA: Neste ponto eu concordo com você, a medição realmente é mais complexa. Porém, será um novo grande passo dado. Semelhante a inserção da massa do veleiro na regra e da linha d'água dinâmica. E o melhor, a metodologia para medição já existe (utiliza-se esse método à uns 50 anos para medir o CG de carros de competição), e as ferramentas necessárias estão em poder da AFB.



"2. Evolução do cálculo das eficiências aerodinâmicas e hidrodinâmicas;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira
4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"


RESPOSTA: Novamente, você está fazendo um pré julgamento sem compreender a sugestão. Não é necessária a remedição. Apenas será utilizada uma modelagem numérica mais complexa para calcular as eficiências aero e hidrodinâmicas.


"2.1 Inserção da influência do gradiente de velocidade provocado pela camada-limite atmosférica;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira
4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"

RESPOSTA: O gradiente de velocidade da camada-limite atmosférica, é, de forma suscinta, a variação da velocidade do vento ao longo da altura em relação à superfície. Exemplificando, ao se medir a velocidade do vento à 3 metros de altura, você teria 5 nós. Porém, ao se medir, no mesmo local, no mesmo momento, à 10 metros de altura, você terá um vento de 8 nós. Considerável diferença, não é? O que eu pretendo é inserir esse fator na regra, e corrigir as distorções provocadas pela presenaça de um vento "único de 8 nós", sendo que os barcos com mastreações menores terão um vento com menor intensidade que um barco com uma mastreação maior.

"2.2 Dimensionamento da força de arrasto induzido (efeito de ponta de asa), tanto aerodinâmico, quanto hidrodinâmico.
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira
4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"

RESPOSTA: Não é necessária a remedição das velas. Apenas será utilizados cálculos utilizados na aerodinâmica para calcular a ordem de grandeza da redução de arrasto que uma vela eliptica, retangular, etc tem sobre uma vela triangular. As medições atuais são suficientes.
Para a medição hidrodinâmica, será necessária a medição das quilhas, de forma similar ao que atualmente utilizado na vela grande.


"2.3 Medição da flexão longitudinal da mastreação, e por consequência, na variação da geometria e eneflexamento da armação;
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira
4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"

RESPOSTA: A medição é simples. A principal vantagem é avaliar de forma real a influência dos estais volantes. Assim, evita-se punir um veleiro que possui um mastro muito duro, e tem estai volante apenas por questão de projeto estrutural do mastro, e não de desempenho.


"2.4 Medição da dimensão da bolsa da vela grande, e a consequente variação no desempenho aerodinâmico do veleiro.
Acho que não atende a premissas:
2) Ter fácil aplicabilidade (premissa);
3) Ter baixo custo para implementação (premissa);
Requer nova medição da flotilha inteira
4) Fácil aferição. (premissa).
A medição seria muito complexa"

RESPOSTA: Será necessária fazer apenas duas medições na vela grande. E os ganhos na correção do desempenho do barco serão significativos.


"3. Criação de três ratings, onde os critérios de medição seriam os mesmos, mas os pesos dos fatores varia conforme a realiddade do ambiente em que a regata será disputada. Por exemplo, um exclusivo para competições em água doce e regime de ventos fracos (Brasília), um para litoral e regime de até 8 nós (Angra dos Reis e interior da baia de Todos os Santos), e outro para o litoral e regime acima de 8 nós (Santos, Portoi Alegre, Búzios, Vitória, Ilhabela, Recife, etc.). Esses ratings seriam de uso obrigatório nos determinados locais definidos pela regra. Para regatas de percurso, seria utilizado um rating de uso geral, que pode ser a média aritmética dos três ratings.

Não concordo pois a o regime de vento não é constante, qual seria a sugestão uma curva media das condições predominantes nesse lugares? Nesses lugares existem épocas sazionais de regime de vento tambem."

RESPOSTA: Em todos os locais existe uma variação da intensidade do vento, pois o mesmo é um fenômeno turbulento e caótica. O que fazemos, é tentar reduzir o problema. Para isso, o Maurício, na época em que ele desenvou a Foórmula Brasília, utilizou um vento médio para Brasília. este vento é encontrado em manuais de aerodinâmica de edificações. O mesmo seria feito para as outras raias.


"4. Inserção de flotilhas. A IRC tem feito isso de forma satisfatóiria na Europa e Oceania. Hoje, dentro da IRC, temos classes e flotilhas anteriormente mortas, tais como quartertonner, halftonner, santacruz, etc. Creio que a smp2 deve seguir pelo mesmo caminho.

Acredito que este seria um grande problema para os clubes, como ocorre com a RGS pois teríamos flotilha com 2 ou apenas um barco, e premiações para muitos barcos como ocorre na RGS-DF. Acredito que o grande mérito da SMP2 é todos os barcos correrem juntos em condição de igualdade e se começarmos a nos dividir seriamos igual aos “outros”, alem do que não temos uma grande quantidade de barcos hoje na raia para tal mudança acontecer."

RESPOSTA: Concordo com você. Deve-se valorizar o desempenho dos vencedores. O que eu estou propondo é, ao ler o texto que escrevi na integra, é que seja utilizado "em um grande evento", como uma semana de vela de Brasília, ou um festival da SMP2, etc. Apenas neste evento.

Outra sugestão seria, para as classes ativas, disputarem campeonatos próprios, utilizando a regra smp2 como fator de correção de tempo. Eu acho que seria muito mais interessante disputar um campeonato com 15, 20 barcos de 24 à 26 pés, de projetos distintos, tais como o seu barco, o twist, diadorim, os 1/4tonners, deltas, fast260 e etc. De certa forma, o desempenho deles é relativamente próximo, o que daria uma competição mais emocionante do que correr contra barcos de 20à 23 pés ou com mais de 27 pés, que possuem desempenhos distintos, e que você disputa apenas no rating, e não cambad à cambada.


"5. Redução de custos de temporada. Com a atual crise, temos que evitar que a smp2 seja esvaziada pelo aumento dos custos. Uma sugestão é limitar o número remedições e de velas medidas por ano/barco e o número de velas embarcadas. Como sugestão, cada barco poderia, ao longo de um ano:

Sou totalmente contra, as vezes posso não correr por motivos profissionais ou etc.. porem gostaria de ver meu barco na água privilegiando a SMP2."


RESPOSTA: Respeito a sua opinião. O que estou propondo é uma forma de evitar a contratação de tripulações profissionais, e que os custos do esporte se tornem exorbitantes. Agora, o que você acha da limitação das medições de vela e remedições por barco?


Espero ter sido mais claro nas minhas explicações.

um grande abraço,

Diogo
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Diogo Rodrigues Pelles
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Qui Dez 18, 2008 10:41 pm

Senhores,

Por estar longe das regatas de oceno, eu estou tentando colaborar com a regra sem paixão. Sem tender para lado algum.

E agora, aproveito p embalo para responder ao primeiro email com os questionamentos do Rodrigo.



"Senhores,

Gostaria de salientar que acho extremamente saudável este tipo de debate, gostaria também de esclarecer que estou apenas fazendo sugestões em função de distorções que existem no meu ponto de vista, não estou criticando a fórmula nem nada. Mas respondendo as observações do colega Diogo, primeiramente gostaria de fazer um convite para que retorne as atividades do mundo náutico correndo regatas e etc.. e também respondendo as suas afirmações acredito que não apresentei nenhum critério subjetivo, segue abaixo explicações:


1) A utilização do critério da curva de desempenho é algo absolutamente subjetivo, pois, além de medir o desempenho dos projetos, insere na plotagem da curva, o desempenho das tripulações, o que a regra não tem função de medir, muito menos corrigir.
R: Quando foi definido o peso da linha d’água na formula que critério objetivo foi usado? Estou apenas tentando aperfeiçoar uma medida já existente, chamar uma curva de desempenho de critério subjetivo é uma ofensa a física e a matemática, alem do mais não estaríamos medindo desempenho da tripulação se tivermos vários barcos de 21 pés por exemplo como parâmetro, não estou sugerindo que se use apenas os resultados de dois barcos ( um 21 pés e um 32 pés) mais sim de um numero maior de barcos para obtermos maior precisão, e me desculpe até onde eu entendo a função da regra medir desempenho de barcos para que todos corram uma mesma regata com igual condição de vitoria, e infelizmente ( não tirando o mérito de ninguém) não temos visto por exemplo um fast 230 perto de ganhar uma regata. "


RESPOSTA: Sem ofender à física e a matemática, e muito menos à interpretação de textos, eu tentei explicar que, ao se utilizar a curva de desempenho, vai se inserir, obviamente, o desempenho da tripulação nesta curva, e não apenas o desempenho do projeto do veleiro.

Outra ponto importante à ser lembrado. Infelizmente,não existem dois veleiros iguais, mesmo entre os de série, o que mais um fator que gerará desvios na curva de desempenho.

Por fim, lembrando um popuco de estatística, um espaço amostral de 3 barcos (no caso dos Carabelli/Multimar 32) é propenso à desvios significativos. Para uma análise estatistica ser livre de tendências, o espaço amostral deve ser significativo.


"2)Quando a utilização dos estais volantes, eu concordo que um controle da flexão do mastro facilita a variação da orça de um veleiro, mas o único jeito que eu consigo enxergar (aguardo sugestões) é a medição da flexão longitudinal do mastro, pois,, mastros mais flexíveis, permitem uma utilização dos estais volantes, agora, na maioria dos barcos que velejei (que possuem mastreação nacional), a flexão dos mesmos é mínima. Ou seja, os mastros nem se moviam ao se caçar o lower stay (estai volante inferior).

R: Quando foi definida a penalidade para estais volantes na formula que critério objetivo foi usado? Pois é! Mas ela existe porque realmente existe um grande ganho, agora te pergunto um barco com stay volante e outro sem em quanto fica a penalidade por hora? Míseros segundos, será que corresponde a realidade? Acredito que não, até porque vemos em regatas que o ganho de orça é muito grande, agora em relação ao lower , este não vai fazer muita diferença mesmo se não estiver trabalhando em conjunto com os outro stays volantes , alem de trabalhar não seção mais rígida do mastro , sua maior função é corrigir a curvatura do mastro quando o upper estiver caçado não deixando o mastro se curvar demais."


RESPOSTA: O ganho existe, eu não estou negando isso. Porém deve-se lembrar que alguns barcos equipados com estais volantes possuem mastros tão rígidos, que quase não fletem. Agora, os donos de veleiros com estais volantes podem questionar que o desempenho de um veleiro sem estai volante é muito melhor no vento fraco, pois ele pode dispensar um tripulante, e possui maniobras de gybe muito mais rápidas. Não é verdade? E temos como mensurar isso? Pense nisso.

Toda moeda tem dois lados. Boa noite à todos.


Diogo
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MensagemAssunto: Re: Alterações evolutivas para 2009   Sex Dez 19, 2008 9:34 am

Caros,

Grato a todos pela colaboração.
Em que pese a importância dos assuntos discutidos, peço aos amigos que limitemos o assunto as questões físicas e impessoais.
Grato.

Rodrigo, apenas corrigindo a informação. O valor da influencia da LWL se deu no ano de 2000, quando foi definida a linha dágua dinâmica.
O problema da época eram IORs extremamente leves, fabricados em carbono sem nada dentro, que medem uma linha linha dágua estática muito menor que a dinâmica, resultando em distorções na regra. O resultado no ano de 1999 foi o domínio total destes projetos.
A alteração do valor não foi um mero chute, mas resultado de um trabalho de um ano tirando fotografias dos proejetos em regata. Utilizando a fotogrametria, e cerca de 400 imagens chegou-se ao valor atual, tendo sido apresentado o resultodo ao conselho da época.
Nestes oito anos muito foi estudado e evoluido.
Entendo a preocupação e estamos atentos e preocupados em promover melhoras no sistema. Mas temos de ter cuidado extremo para não inserir erros.
Neste enfoque, baseado no historico de regatas corridas, eu diria que o ponto fundamental não é o LOA, mas sim a necesidade de um ajuste fino no peso do fator Peso/Potencia definido na regra.
Na verdade este item tem sido estudado a mais de um ano onde o resultado aponta neste sentido.
A questão da estabilidade é importantíssima e substitui alguns fatores que hoje estão inseridos na regra, mas concordo que sua complexidade de aferição é grande. Contudo ciente da formação técnica, conhecimento e competência dos amigos tenho certeza que os mesmos comungam da minha preocupação em relação a sua aplicabilidade.

Estamos nos aproximando do termino do período das propostas.
Para organizar as discussões estou fechando este tópico e abrindo um tópico específico com as propostas em separado.
O objetivo é dar maior organização visual as propostas.

O endereço: http://smp2.forumotion.com/alteracoes-propostas-para-2009-f23/

Abraços.
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